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Estadual

Deputado lamenta inoperância dos orgãos fiscalizadores de MT


Por Adrielle Piovezan

Cansado de cobrar do Executivo Estadual medidas emergenciais contra as empresas responsáveis pela recuperação de parte das rodovias da região sudoeste, pelos serviços prestados de péssima qualidade, o presidente regional do PP, deputado Ezequiel Fonseca lamentou nesta sexta-feira (07), a falta de interesse dos órgãos de Mato Grosso por não fiscalizar à contento o andamento das obras públicas.
 

O progressista relatou sua insatisfação e cobrou o Ministério Público, Tribunal de Contas (TCE), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Mato Grosso (Crea-MT), Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana SETPU, Comissão de Obras da Assembleia e Governo do Estado pela falta de acompanhamento dos gastos realizados com as empreiteiras que não estão realizando os serviços conforme contratato.

 
“Não suporto tanto desgaste com as empresa que venceram as licitações, mas não conseguem realizar os serviços. A população está sendo a maior penalizada. Estamos indignados e queremos uma solução”, indagou.

 
Ezequiel recebeu uma nova denúncia de que a empresa Geosolo Engenharia não possui quadro de funcionários e maquinários suficientes para realizar a restauração de 62,37 quilômetros da rodovia MT-175, entre Cacho e Araputanga.

 
Um funcionário da empresa delatou ao deputado o atraso de seis meses de salário e a falta de maquinários. “Não existe patroleiro, nem material para fazer a obra, o único maquinário está detonado. Um caminhão há pouco tempo foi apreendido. O engenheiro e os encarregados não possuem competência para prestarem o serviço e a empresa não tem crédito na cidade”, contou.

 
Preocupado, o deputado Ezequiel Fonseca se queixou da luta travada na Assembleia Legislativa com os demais pares para aprovar o empréstimo de mais de R$ 200 milhões para a recuperação das rodovias, onde R$ 45 milhões foram para a região sudoeste. “Lutamos pela realização dessa recuperação, e agora não vemos resultados por causa das empreiteiras. O dinheiro existe mas as restaurações estão praticamente paralisadas”, finalizou.

Adrielle Piovezan
Assessoria de Imprensa

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